*Este artigo foi produzido pelo GestãoClick com exclusividade para o Blog de Valor.

 

Você já ouviu falar em CFOP? O Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP –  é um código numérico disponibilizado pelo SEFAZ com a finalidade de identificar a origem e circulação de serviços de transporte interestaduais e intermunicipais, e também mercadorias no geral. Esse código, em linhas gerais, define se a nota fiscal recolhe ou não impostos.

Seja você um empreendedor ou pretende ter um negócio próprio no futuro, é importante conhecer o que é o CFOP e entender sua importância nas operações de compra e venda. Continue a leitura e saiba mais sobre esse código e sua importância nas operações de pagamento.

Como identificar o código CFOP?

Como dito, o código CFOP determina, em uma nota fiscal, se ela recolherá impostos ou não, determinando também seu movimento de estoque e financeiro.

O código CFOP possui dois critérios, esses distribuídos pelo tipo de nota fiscal — entrada ou saída — e a região para qual o produto foi comercializado. Esses critérios são:

Dentro do estado: Entrada iniciando com número 1 e saída iniciando com número 5;

Fora do estado: Entrada iniciando com número 2 e saída iniciando com número 6.

Como o CFOP possui mais de 555 códigos, um sistema emissor de NF-e (nota fiscal eletrônica) inteligente, que pré-seleciona códigos CFOP, pode ser uma boa alternativa para a emissão correta da nota fiscal.

Quais as aplicações principais do código CFOP?

A principal função do CFOP é garantir uma maior transparência nas operações de compra e venda. Lembre-se que a Receita Federal estará de olho nessas operações, e o CFOP facilita seu monitoramento e demais participações, permitindo que os tributos sejam cobrados de maneira correta.

Contudo, uma das mais importantes funções do código CFOP é nada mais que a possibilidade de uma melhoria da gestão empresarial, o que gera um melhor controle de produtos em estoque e número de pedidos, o que acaba resultando em menos perdas por excesso ou escassez de produtos.

Embora este processo pareça muito burocrático, garantirá diversos benefícios, por exemplo a utilização de preenchimento da nota fiscal a fim de otimizar o serviço prestado, de forma a conciliar essa etapa juntamente no processo administrativo com a prestação de serviços.

Por que se preocupar com a gestão fiscal de um negócio?

Está claro que a tabela CFOP não é algo tão simples, mas saiba que ela possui uma grande importância principalmente para a gestão fiscal na empresa. Por mais que seja burocrático, é um cuidado a mais para com qualquer negócio – seja para empreendedores de pequeno, médio ou grande porte, ou para microempreendedores MEI.

Lembre-se que manter a casa em ordem é importante e aumenta consideravelmente a credibilidade e solidez de um negócio, garantindo bom desenvolvimento. Se houver dúvidas em relação a essa área, recomendamos que procure um profissional da contabilidade pra lhe prestar suporte.

Gestão fiscal

Como dito anteriormente, investir em tecnologia e automatizar a gestão fiscal é o melhor a se fazer para garantir maior desempenho nas atividades fiscais da empresa. Um sistema ERP moderno de gestão empresarial, atendendo pequenas e médias empresas que trabalham com prestação de serviços e/ou venda de produtos são exemplos de otimização.

O sistema ERP possui atendimento personalizado, segurança e permite que seja acessado de qualquer lugar. Em outras palavras, um sistema completo e moderno para automatizar o gerenciamento fiscal do seu negócio.

Como a tecnologia pode ajudar na gestão fiscal

Investir em tecnologia e automatizar a gestão fiscal garante um melhor desempenho nas atividades fiscais da sua empresa. Contar com um sistema moderno de gestão empresarial facilita o andamento dos processos mais trabalhosos ganhando tempo.

Ademais , contar com a segurança em nuvem para guardar os dados do seu  acessando de qualquer lugar é algo que transmite seriedade em sua empresa.

Dicas para uma boa gestão fiscal

Sabendo da importância do código CFOP, separamos algumas dicas para quem é empreendedor – ou pretende abrir um negócio próprio – e deseja manter uma boa gestão fiscal na sua empresa. Confira:

1 – Mantenha um bom fluxo de caixa

É essencial que se mantenha um bom controle financeiro para que o preço do seu produto e seus lucros se mantenham numa margem ideal. Saiba também quais são os gastos fixos e variáveis, assim como tributos que serão cobrados de sua empresa.

Com tudo isso em mãos, é hora de traçar metas e estratégias otimizando e visando o presente e o futuro do seu negócio.

2 – Planeje bem a parte fiscal

Assim como um bom fluxo de caixa é importante, planejar a área fiscal é indispensável para uma boa gestão fiscal do seu negócio. Esse planejamento lhe permitirá ter uma visão de longo prazo da empresa, sabendo onde e como otimizar os processos.

Sempre é bom se preparar para imprevistos, e se caso algo aconteça, a sobrevivência do seu negócio não estará em risco caso medidas corretas forem tomadas e evitadas no tempo certo.

3 – Faça a automação de projetos que forem possíveis

Grande parte de empresários e MEIs que iniciarem suas atividades recentemente poderão encontrar dificuldade na dedicação à gestão fiscal do seu negócio. Porém, hoje em dia vivemos em uma era tecnológica em constante expansão, e é possível utilizá-la da melhor maneira para agilizar e automatizar sistemas fiscais.

Adotando um sistema automatizado de gestão fiscal ao seu negócio, lhe permitirá maior controle e acesso a informações precisas, muito diferente do cálculo tributário feito manualmente.

Atenção: o conteúdo acima é informativo, é sempre importante verificar informações especificas com seu contador antes de implementar quaisquer mudanças e melhorias na empresa.

 

*O GestãoClick é um software de gestão empresarial online, que oferece aos empreendedores e administradores diversos recursos para gerenciamento do negócio, como o controle financeiro e de estoque, emissão de notas e boletos, entre outras ferramentas. O sistema de gestão é direcionado a pequenas e médias empresa.

Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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