Basta abrir os jornais diariamente ou acessar qualquer portal de notícias na internet para se deparar com uma realidade incontestável e, para muitos, assustadora: vivemos um momento de recessão econômica em âmbito nacional e global.

Queda real no poder de compra da população e aumento substancial dos índices de desemprego e inflação fazem parte desse cenário instável e têm afetado as finanças de grande parte dos brasileiros, que veem, mês a mês, o dinheiro se esvaindo da conta bancária.

Identificou-se com esta situação? Pois antes de se desesperar e pensar que está em um beco sem saída, saiba que é justamente em tempos de crise que o controle financeiro pessoal surge como uma “tábua de salvação”. Afinal, somente fazendo uso dessa importante ferramenta de gestão financeira é que se torna possível atravessar o período de “vacas magras” com tranquilidade e — o melhor de tudo — com dinheiro no bolso!

Acredite, dando a devida importância e atenção ao seu orçamento mensal, é possível, inclusive, utilizar a crise econômica como uma oportunidade para aumentar seu nível de autoconhecimento e desenvolver habilidades essenciais à boa saúde de suas finanças, que serão muito úteis no longo prazo.

Quer descobrir como fazer isso? Então, não deixe de acompanhar o nosso post de hoje, pois aqui apresentamos um verdadeiro guia do controle financeiro pessoal e sua importância em tempos de crise. Vamos lá?

A dificuldade em fazer um controle financeiro eficiente

Sejamos sinceros: fazer um controle financeiro pessoal é parecido com fazer uma dieta: não é algo que podemos classificar como prazeroso. Assim como ninguém gosta de cortar seus pratos preferidos — e supercalóricos — do cardápio, pouquíssimas pessoas ficam contentes em pisar no freio na hora de gastar dinheiro e abrir mão de comprar bens que trazem um nível considerável de satisfação, certo?

Isso é particularmente verdadeiro quando nos damos conta de que vivemos em uma sociedade preconizada e estimulada pelo consumo desenfreado. Basta sair de casa ou mesmo abrir o navegador da internet para se deparar com milhares de promoções e oportunidades “imperdíveis” de compra.

Todo esse estímulo ao consumo gera ansiedade, porque não podemos adquirir tudo o que nos é oferecido. E também faz com que fiquemos confusos sobre o que é desejo de possuir algo e o que é realmente necessário à nossa vida. O resultado? Compramos coisas das quais não precisamos, com dinheiro que não temos, e nos vemos afundados em um mar de dívidas que parece não ter fim. Essa cena lhe soa familiar?

Existe uma forma de sair desse círculo vicioso de consumo desenfreado e tomar, de uma vez por todas, o controle de suas finanças pessoais em suas mãos. Para isso, é preciso desenvolver a consciência de que, em muitos casos, abrir mão de uma satisfação imediata em prol da promessa de um futuro financeiro mais confortável e promissor é a decisão mais acertada a ser feita.

Obviamente, essa não é uma tarefa fácil e exige níveis significativos de disciplina e força de vontade. Mas, acredite, fazer um controle financeiro pessoal é muito importante e tem o poder de mudar os rumos de sua situação financeira em menos tempo do que você imagina.

A importância de um controle financeiro pessoal

Muito mais do que dar aquele alívio no orçamento mensal, acumular dinheiro na conta bancária, sanar dívidas e nos tornar conscientes de nossa real condição financeira, realizar um controle financeiro pessoal traz inúmeras outras vantagens à sua vida diária.

Acima de tudo, essa ferramenta tem o grande poder de trazer a segurança material necessária para que você e sua família possam aproveitar momentos de lazer e diversão e ter níveis satisfatórios de qualidade de vida por muito tempo. Além disso, a paz de espírito de ter dinheiro suficiente em sua conta bancária para pagar todas as contas, investir e poupar para a realização de sonhos não tem preço, não é mesmo?

Por fim, mas não menos importante, o controle financeiro pessoal é uma das maneiras mais eficientes quando o assunto é ter uma aposentadoria tranquila e sem preocupações. Ainda mais num período em que mudanças no sistema previdenciário brasileiro estão sendo propostas. Quanto mais preparado você estiver, financeiramente, para a chegada da terceira idade, mais segurança e qualidade de vida você será capaz de assegurar quando essa etapa de sua vida finalmente chegar.

O planejamento para superar a crise

Apesar de ser uma ferramenta bastante útil em qualquer cenário econômico, é durante as crises que o planejamento e o controle financeiro pessoal mostram verdadeiramente o seu poder. Pessoas que possuem uma estratégia bem estruturada têm uma base financeira muito mais sólida e são capazes de superar os períodos de recessão sem grandes sobressaltos. Isso porque o poder de compra se mantém e as perdas são significativamente menores quando comparadas a quem não faz uso dessa ferramenta.

Assim, quando o assunto é se planejar financeiramente para atravessar momentos de recessão, algumas atitudes são essenciais e devem ser postas em prática o quanto antes. Confira as principais abaixo:

1. Quitar dívidas

Em um país onde as taxas de juros cobradas são estratosféricas, como é o caso do Brasil, a quitação de dívidas deve ser uma prioridade em qualquer planejamento financeiro, especialmente em tempos de recessão econômica. Em certos casos, como no rotativo do cartão de crédito, o percentual de juros  anual cobrados pode chegar perto dos 500%!

2. Evitar empréstimos e parcelamentos a perder de vista

Pelo mesmo motivo citado acima — as altas taxas de juros —, momentos de crise não são os mais indicados para pedir empréstimos bancários ou parcelar a compra de bens em inúmeras vezes. Entenda que, nesses cenários, o futuro fica extremamente incerto e difícil de prever. Não se esqueça de que, ao fazer uma compra em 12 vezes, você está inferindo que estará empregado daqui um ano., ou então, comprometendo parte de seu salário. Na prática, é como se você tivesse uma redução salarial! Será bom arriscar a sorte assim?

3. Ficar atento às pequenas despesas

Aquele cafezinho diário depois do almoço ou a assinatura daquele jornal que você mal tem tempo de ler, apesar de, aparentemente, não pesarem em seu orçamento mensal, com o passar do tempo, fazem sim bastante diferença na quantidade de dinheiro que você é capaz de poupar. Pense nisso.

4. Estruturar um fundo de reserva

Justamente em função das incertezas quanto ao futuro trazidas por momentos de crise, é essencial poder contar com um fundo de reserva. Acredite, eles podem evitar sua derrocada financeira total caso algum imprevisto ocorra, como desemprego, doença ou acidentes. Por isso, se você não possui dívidas a serem quitadas, estruturar um fundo de reserva deve ser a prioridade na hora de fazer seu planejamento financeiro.

O mais indicado é que você tenha investido, no mínimo, o valor suficiente para manter seu nível de vida por três meses (eu sugiro fortemente que planeje entre 6 e 12 meses) em alguma aplicação que permita o resgate do dinheiro a qualquer momento. Assim, ao surgir um imprevisto você estará seguro por tempo suficiente para buscar soluções permanentes para a situação.

5. Fazer investimentos certeiros

Acredite, você pode ganhar dinheiro em função da crise. Em cenários de recessão e altas taxas de juros e inflação, alguns investimentos acabam gerando rendimentos bastante atrativos.

Por isso, se você tem algum dinheiro parado em sua conta, buscar informações sobre esses investimentos e escolher um que esteja alinhado ao seu perfil de investidor é uma sacada excelente! Nunca se esqueça de que, em momentos de crise, dinheiro parado é dinheiro perdido, já que o poder de compra tende a ser achatado com o passar do tempo.

Os 3 erros que afetam seu controle financeiro pessoal

Não adianta, por mais disciplinado e bem intencionado que você esteja na hora de planejar e controlar a sua vida financeira, isso não significa que sua conta estará para sempre no azul. Mesmo as pessoas mais habilidosas com as finanças podem se confundir e acabar cometendo erros que podem trazer prejuízos.

Fique atento a três deles, que têm o poder de afetar negativamente o seu controle financeiro pessoal:

1. Confundir desejo com necessidade

Já citamos no início do texto o quanto a cultura de incentivo ao consumo sem limites na qual estamos inseridos pode arruinar qualquer controle financeiro.

Comprar por impulso e não ter a clareza do que é uma necessidade real ou apenas um desejo passageiro pode fazer você gastar com bens e objetos de que não precisa e que não lhe trarão satisfação alguma. No fim das contas, você se vê com montanhas de supérfluos e sem um centavo na conta.

2. Não ter a menor ideia de onde é gasto o seu dinheiro

Não são poucas as pessoas que ficam chocadas ao perceberem que o valor disponível na conta bancária, poucos dias depois de recebido o salário, é quase zero. “Onde raios foi parar o meu dinheiro?”. Se você se faz essa pergunta praticamente todos os meses, está mais do que na hora de tirar um tempo para descobrir exatamente onde você está gastando suas receitas.

E não se assuste: é bastante provável que, ao fazer um controle apurado de seus gastos, você descubra que grande parte de seus ganhos está sendo feito em itens absolutamente desnecessários. A boa notícia é que, ao tomar consciência disso, fica muito mais fácil mudar seus hábitos de consumo, fazendo o dinheiro sobrar.

3. Não se proteger de imprevistos

Provavelmente, você já escutou de alguém próximo que seguros são desperdício de dinheiro, não é mesmo? Mas não são. É óbvio que ninguém quer utilizar os serviços de uma seguradora, pois isso significa que alguma situação desagradável aconteceu em sua vida. Porém, pensar que está imune a tudo e abrir mão de contratar algum seguro com o intuito de economizar pode se revelar um belo tiro no pé e acabar trazendo prejuízos capazes de causar um verdadeiro caos financeiro.

Trabalhar e lutar muito para construir um patrimônio e depois deixá-lo totalmente desprotegido não faz o menor sentido. O mesmo se pode dizer para os seguros saúde e de vida, especialmente importantes se você possui pessoas que dependem financeiramente de você.

Não seja negligente nem irresponsável com suas conquistas e com sua vida. Com uma boa pesquisa, é possível encontrar corretoras excelentes, capazes de oferecer exatamente o tipo de seguro mais adequado às suas necessidades, com preços que cabem no seu orçamento.

Evitando esses erros, você já terá dado o primeiro passo. A próxima etapa é desenvolver um controle financeiro pessoal eficiente.

A estrutura de um controle financeiro eficiente

Não importa como está a sua situação financeira. Sempre é um bom momento para começar a controlar suas finanças. Entenda que, por mais que encarar seus extratos bancários gere ansiedade e estresse, postergar essa tarefa não fará nenhuma suposta dívida desaparecer, nem engordará por mágica sua conta corrente. Muito pelo contrário, pode piorar — e muito! — sua situação financeira, especialmente em tempos de crise e juros altos.

E se você não tem nem ideia de onde começar a fazer seu controle financeiro pessoal, fique atento ao passo a passo que descrevemos abaixo.

1. Escolha uma ferramenta e descreva TODOS os seus gastos

Como já comentamos, um dos maiores vilões de uma vida financeira estável é não saber para onde o seu dinheiro está indo. Por isso, o primeiro passo deve ser anotar absolutamente todos os seus gastos.

Você pode comprar um caderno e fazer todas essas anotações a mão, caso seja avesso a tecnologias. Entretanto, saiba que existem inúmeras ferramentas que funcionam muito bem quando o assunto é organizar sua vida financeira. Uma simples planilha do Excel já dá conta do recado de maneira bastante eficiente, mas também existem aplicativos e softwares desenhados exclusivamente para esse objetivo e que podem ser baixados em seu celular ou computador, alguns gratuitos e outros pagos.

O importante é escolher a ferramenta que mais tenha a ver com você e com seu estilo de vida e realmente utilizar para descrever seus gastos mensais. Aponte desde as contas maiores e fixas, como aluguel, condomínio e contas de água, luz e internet, até as menores e variáveis, como restaurantes, lazer, alimentação e transporte.

2. Descubra qual o seu padrão de gastos

Ao realizar o passo anterior, você terá em mãos os dados necessários para descobrir qual o seu padrão de gastos. Essa etapa é muito importante, pois permitirá que você visualize, de fato, para onde o seu dinheiro vai todos os meses. Lembra a importância de saber essa informação?

Para facilitar a tarefa, você pode dividir suas despesas em categorias, como moradia, alimentação e transporte. Depois, inclua os gastos que se encaixam em cada categoria e faça um gráfico do tipo “pizza”, que lhe mostre visualmente a porcentagem de suas receitas gastas em cada uma.

Dica rápida: alguns aplicativos fazem esse gráfico automaticamente para você.

É aqui que você pode levar um susto, ao perceber que mais de 20% de seus ganhos mensais estão sendo gastos em restaurantes, por exemplo.

3. Corte gastos desnecessários

Ao cumprir a etapa anterior, a tarefa de cortar gastos supérfluos e desnecessários se tornará muito mais fácil. Estude cuidadosamente seu padrão de gastos e analise, com sinceridade, quais deles são absolutamente necessários e quais podem ser riscados de sua vida.

Caso você encontre muita dificuldade em diferenciar o que é desejo do que é necessidade, uma boa estratégia pode ser dar “notas de prioridade” para cada gasto, sendo zero equivalente a “nada prioritário” e dez para “prioridade absoluta”. A partir disso, corte todos aqueles gastos que receberem uma nota baixa.

Aqui também um erro comum deve ser evitado. Às vezes, as pessoas cortam um monte de gastos menores das despesas e sacrificam muito sua qualidade de vida, ao passo que apenas melhorando os gastos das despesas maiores, poderiam ter um efeito melhor. Uma pessoa que gasta 2 mil reais de supermercado e reduz essa despesa em 10%, economiza 200,00. Então isso pode ser melhor do que eliminar uma ou duas despesas de 50,00 por exemplo.

4. Defina “tetos” de gastos para cada categoria

Após cortar tudo o que não for prioridade e necessidade, chega o momento de elaborar um orçamento que seja factível com sua realidade financeira atual. Isso significa estipular valores máximos que podem ser gastos em cada uma das categorias mensalmente. Obviamente, em algumas categorias, pouco poderá ser cortado, como aluguel e condomínio, por exemplo.

Entretanto, em outras, pode-se diminuir de maneira considerável o valor gasto a cada mês. Supondo que você descobriu que gasta R$ 600 no supermercado, que tal diminuir o “teto” dessa categoria para R$ 500?

Apesar de parecer um grande desafio no princípio e demandar um esforço considerável de sua parte, tenha em mente de que é possível, sim, cumprir a meta. Cortar compras supérfluas, não ir ao mercado com fome e fazer uma lista antes de sair de casa, não comprando nada além do que está listado, são ótimas estratégias quando o assunto é diminuir a conta do supermercado. Eu, por exemplo, não pesquiso preços nos supermercados. Porém faço minhas compras pela internet, então, a minha lista mantém-se sempre racional, sem aquele impulso de comprar coisas gostosas que estão lá nas gôndolas esperando que as peguemos!

Você também pode determinar gastos máximos para contas de água, luz e telefone, restaurantes, bares e cinemas, por exemplo.

5. Planeje como quitar suas dívidas

Praticamente todo brasileiro possui uma dívida a ser quitada. Seja o cartão de crédito, o cheque especial, uma compra parcelada ou um empréstimo. E nesse ponto, não há como fugir: quitar todas elas deve ser a sua maior prioridade.

Se você cumprir as etapas anteriores, passará a ter uma sobra de dinheiro mensal, que deve ser direcionada para que você se livre de suas dívidas o mais rápido possível. Se elas são muitas, o mais indicado é começar quitando as que cobram os juros mais altos, como os cartões de crédito e o cheque especial.

Nessas horas, tentar uma negociação com os credores pode render bons frutos. Ao se mostrar disposto a pagar o que deve, você pode conseguir parcelamentos a juros mais baixos e até mesmo bons descontos.

No entanto, se você é uma exceção à regra e não possui nenhuma dívida a ser saldada, pode passar direto para a próxima etapa.

6. Estipule metas de economia realistas e crescentes

Gastar dinheiro é infinitamente mais fácil do que poupar. Isso não é segredo para ninguém, especialmente em épocas de crise. Por isso, para que você não fique tentado a gastar toda a sua sobra mensal de maneira impulsiva, estipular metas de economia pode se revelar uma excelente estratégia.

Entretanto, neste ponto, cabe uma ressalva: é essencial que as metas sejam realistas. De nada adianta você estipular um valor enorme a ser economizado mensalmente se não será capaz de cumprir o que você mesmo propôs. Isso só gerará frustração e sensação de que você é incapaz de gerir sua vida financeira.

No início, estipule metas pequenas, e vá aumentando o valor a ser poupado pouco a pouco. A cada vez que você conseguir alcançar o objetivo estipulado, mais vontade e prazer em continuar nesse caminho você gerará.

7. Invista corretamente o valor poupado

Como já mencionamos, dinheiro parado em conta corrente perde muito valor, sobretudo em tempos de crise e alta inflação. Por isso, é essencial dar um destino adequado ao dinheiro poupado, escolhendo um investimento que lhe traga retornos reais e fazendo com que seu dinheiro gere mais dinheiro, sem que você tenha que fazer absolutamente nada.

O investimento ideal depende do valor que você tem para investir, do tempo que pretende deixar o dinheiro investido e do seu perfil de investidor (mais ou menos conservador). Entre as opções estão o CDB (Crédito de Depósito Bancário), Tesouro Direto, LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), Ações, Fundos de Investimentos, entre outros.

Caso você não tenha nem ideia de onde investir seu dinheiro, uma boa dica é buscar auxílio especializado. Existem diversas empresas de consultoria e profissionais autônomos capacitados que podem ajudar você. Principalmente indicando o tipo de investimento mais adequado para você, segundo suas características. Mas mesmo com relação aos profissionais, é importante que você não crie dependência deles e aprenda tudo por conta própria também, estudando sobre o assunto e se colocando como o principal responsável pela sua trajetória financeira. O importante aqui é não deixar de investir. Acredite, você só tem a ganhar!

Fazer um controle financeiro pessoal em tempos de crise é extremamente importante e necessário na vida de qualquer pessoa minimamente preocupada com sua estabilidade e segurança financeira futura. Embora não seja uma tarefa fácil, exigindo muita disciplina e autocontrole para resistir às tentações, você não vai se arrepender de tomar essa atitude.

Erros e escorregadas acontecerão, isso é absolutamente normal. O importante é persistir! Com o tempo, tudo vai ficando mais fácil e fluente. E com a vida financeira estabilizada, é só correr para o abraço!

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Grande abraço,

André Bona

Autor

André Bona

André Bona possui mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, tendo auxiliado milhares de investidores a investir melhor seus recursos e é o criador do Blog de Valor - site de educação financeira independente.

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Comentários

  1. Leandro da Mota Fernandes    

    Muito obrigado, me ajudou muito no meu trabalho de matemática, sobre “Educação Financeira”, muito bom continue assim. 😉

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