Perder dinheiro com investimentos é uma das piores e mais dolorosas formas de ver seus esforços e sonhos indo embora. Essa situação indesejável é mais comum do que se imagina: ela é uma das principais razões que as pessoas apresentam para justificar sua falta de independência financeira ou a incapacidade de garantir um excelente padrão de vida.

Afinal, um consumista pode afirmar que perdeu a oportunidade de garantir uma boa aposentadoria ao trocar os lucros futuros pelo prazer imediato de várias compras. Uma pessoa com pouca educação financeira pode dizer que não tinha conhecimento suficiente para ganhar dinheiro com aplicações.

Mas qual é a justificativa aceitável para uma pessoa que poupou e investiu a vida inteira? Imagine ter que explicar para a sua família que você controlou os gastos, investiu o que economizava a cada mês e, ainda assim, tem menos capital que o valor investido no banco ou possui um poder de compra menor agora que no passado? Isso seria muito triste, não é?

Foi pensando nessa situação que mapeamos as 5 formas mais eficientes e dolorosas de perder dinheiro com investimentos. Será que você pratica alguma delas? Continue lendo e descubra!

1. Como perder dinheiro ao não diversificar sua carteira de investimentos

Ter uma carteira de investimentos com diferentes tipos de títulos — cada um obedecendo a uma lógica de mercado diferente ou sendo indexado por índices que se contrapõem — é uma boa receita de como investir bem o seu dinheiro.

A dica para perder dinheiro é fazer o contrário disso e colocar 100% dos seus investimentos em um só tipo de aplicação. Isso é semelhante a pilotar uma moto com apenas uma das rodas tocando o chão: ou você revê a maneira como está pilotando ou em algum momento você cairá.

Essa opção de alocar 100% do capital em um só título ou tipo de investimento é usada por muitos investidores que, em busca de maiores ganhos ou por aversão ao risco de ter algum prejuízo, expõem seus patrimônios a situações bastante inadequadas.

A diversificação surgiu exatamente para equilibrar a relação entre risco e rentabilidade nas carteiras de investimento. Ela indica um percentual ideal de seu capital ou patrimônio que deve ser alocado em cada tipo de título para maximizar os retornos sem aumentar os riscos.

Um investidor que deseja uma carteira de investimentos diversificada deveria alocar, por exemplo, 40% de seus recursos em uma aplicação segura com a compra de títulos do Tesouro Direto e 20% em títulos privados com maiores riscos e melhores rentabilidades.

No cenário ideal, os 40% restantes seriam divididos da seguinte forma: 20% em ações de três empresas de diferentes setores da economia com alto poder de valorização, 10% em fundos imobiliários e outros 10% em compra de moedas estrangeiras, como uma proteção adicional ao seu patrimônio.

É importante que você perceba que esse é um mero exemplo e não uma recomendação, ok?

1.1. Uma boa diversificação deve considerar ao menos 3 fatores

1.1.1. O perfil do investidor

Quanto mais arrojado for o investidor, maior será sua exposição aos mercados e títulos com maiores riscos. Se ele for mais conservador, a diversificação terá menor exposição a possíveis prejuízos.

É importante que você saiba que não existe um perfil melhor ou pior. Investidores conservadores, moderados ou arrojados podem usar a diversificação como uma forma para  investir bem o próprio dinheiro.

1.1.2. Os objetivos

Até mesmo os investidores mais arrojados possuem objetivos que precisam de maior proteção. Poucas pessoas estão dispostas a arriscar o seu plano de aposentadoria para conseguir mais rentabilidade no curto prazo ou uma maneira de enriquecer na bolsa em pouco tempo, por exemplo.

Por outro lado, várias pessoas poderiam adiar em dois anos aquela viagem para o exterior em busca de uma nova forma de como multiplicar dinheiro e aumentar seus lucros. Os objetivos são uma parte fundamental e indispensável na elaboração de um portfólio diversificado de investimentos e servem para que o investidor responda aos seus anseios de ficar rico.

1.1.3. As correlações entre os títulos

Por fim, deve haver uma correlação entre os diferentes tipos de títulos. Por exemplo, se é verdade que o Tesouro Selic renderá menos nos próximos anos, também é verdade que com o cenário econômico aquecido muitas empresas verão suas ações serem valorizadas.

Se a inflação voltar a subir, então a Taxa Selic subirá novamente e os títulos indexados por ela voltarão a ficar interessantes. Por outro lado, ter títulos com os mesmos gatilhos de valorização ou desvalorização na carteira é concentrar riscos e não diversificar.

Pense em um investidor que comprou um título CDB de seu banco pós-indexado pelo IPCA e um título do Tesouro Direto com a mesma taxa e indexador — essa maneira de investir não tem muita lógica, não é mesmo?

Resumidamente, a diversificação é sua aliada na busca por maiores rentabilidades com menores riscos de prejuízos para o seu patrimônio e ela deve ser usada tanto em carteiras focadas em renda fixa, quanto naquelas compostas por títulos de renda variável.

1.2. Três cuidados necessários para ter uma boa diversificação de investimentos

  1. Você precisa ter um bom montante para ser aplicado em cada indicação de alocação. Caso contrário, os custos das transações ou os valores mínimos para as aplicações impedirão que você encontre boas oportunidades.
  2. Você pode até pensar em contar com o apoio de um consultor financeiro para montar uma estratégia eficiente. Porém é essencial que você também se dedique ao aprendizado para não se tornar dependente de um consultor.
  3. É preciso entender que algumas consultorias fazem sugestões de carteiras de investimentos com diversificações prontas para todos os seus investidores. Por isso, elas não levam em conta seu perfil e seus objetivos pessoais. Logo, seguir essas sugestões pode fazer com que você não atinja seus objetivos no prazo desejado.

2. Esquecer da relação risco x retorno

A fórmula de como ficar rico rapidamente é: encontrar aplicações ou títulos extremamente seguros, com alta rentabilidade e que comprometam um baixo valor de seu capital na hora de fazer os aportes. No entanto, é válido ter em mente que você nunca terá esses três fatores combinados em uma mesma aplicação.

Afinal, investir significa abrir mão do seu poder de compra no presente e “emprestar” esse poder a um terceiro que promete devolver seu capital emprestado com juros em um momento futuro. Ou seja, você está abrindo mão da segurança de poder desfrutar seu dinheiro no presente por uma promessa de conseguir aumentar esse poder no futuro.

Por sua vez, quem toma seu dinheiro emprestado — sejam os bancos, o governo ou as empresas — oferece os juros (ou uma possibilidade de rentabilidade) maior quanto menor for sua reputação de bom pagador ou de gerar mais lucro com seu investimento.

Na prática, é como se o mercado financeiro dissesse: a chance de que você sofra um calote do Banco X é de 10%, por isso seu CDB deve valer apenas 90% do CDI. No Banco Y essa chance é de 50%, logo ele deve pagar 120% do CDI para pegar o mesmo valor que o Banco X tomaria emprestado. Em qual deles você colocaria seu dinheiro?

Quanto maior o risco de desvalorização ou de perda de rentabilidade no futuro, maior será o retorno oferecido por uma aplicação. Quanto maior a chance de perder dinheiro, maior será o prêmio pago pela promessa de devolução do seu capital.

Muitas pessoas olham apenas a rentabilidade oferecida e se esquecem de avaliar a credibilidade de quem está pedindo seu capital. Com isso, perdem dinheiro mesmo investindo.

Aqui não importa se você comprará títulos de renda fixa ou variável. A regra é a mesma: quanto maior for a possibilidade de receber uma boa rentabilidade, maiores serão as chances de perder dinheiro.

Aliás, os analistas financeiros, investidores profissionais e traders vivem exatamente da avaliação dessa relação. Eles mapeiam quais seriam os preços justos para um determinado investimento e, ao encontrar uma distorção entre preço, risco e potencial de valorização, indicam ou investem naquele título.

Ou seja, eles vivem da avaliação de que um título está com o preço errado com base no baixo risco que oferece para o investidor e no potencial de ganho que possui! A questão é que nem sempre a avaliação está correta e que algumas análises possuem mais características de apostas que avaliação de investimentos.

A dica é: nunca se esqueça de avaliar a reputação da entidade para a qual você está emprestando o seu dinheiro. Se você deixa de emprestar para o seu cunhado ou amigo, pois todos dizem que ele não pagará, isso também deveria valer para ações, debêntures, CDBs e outros tipos de aplicações financeiras.

3. Ignorar os prazos

Por ser tão ignorada, talvez essa seja a forma mais clássica de perder dinheiro com investimentos. O investidor costuma se esquecer dos prazos quando recebe indicações de “uma boa forma de multiplicar dinheiro sem grandes riscos” e aplica montantes sem conferir o prazo para o resgate.

Imagine investir todo o capital que você tem disponível e descobrir que a aplicação só pode ser retirada em 2050, sob pena de perder uma parte do valor investido caso solicite o resgate antecipado? Acredite: de hoje até 2050 acontecerão imprevistos e, caso você não possua reservas, terá que solicitar o resgate antecipadamente e perderá um valor considerável!

Por isso, os prazos dos investimentos devem ser considerados dentro de qualquer carteira e estratégia de investimento. Aliás, ao usar a diversificação essa é uma das questões observadas na composição de seu portfólio de aplicações.

Outra situação comum é quando o investidor compromete grande parte de seu capital em aplicações de longo prazo e perde oportunidades melhores que surgem no curto e médio prazo. Nesse caso ele não chega a perder dinheiro, mas deixa de ganhar percentuais superiores aos de suas atuais aplicações.

Ou seja, avaliar os prazos e a capacidade de liquidar — ou se desfazer de — um título é determinante na hora de tomar as decisões. Essa avaliação, somada à de riscos e retorno, é fundamental para quem quer investir bem.

Vale recordar que todo investidor deve possuir uma reserva de emergência para ser usada em imprevistos. Essa reserva precisa estar em uma aplicação com liquidez diária e deve ser muito segura. Manter essa reserva já evita que você perca dinheiro com investimentos no curto e no médio prazo.

Outra estratégia válida é manter um outro percentual de seu capital em aplicações com liquidez diária para ser utilizado diante de excelentes oportunidades que apareçam no mercado.

Exemplos de excelentes oportunidades: quando empresas lançam uma oferta pública inicial (IPO) na bolsa por um preço extremamente vantajoso, ou quando um banco oferece LCI ou LCA com juros acima do convencional.

4. Contar apenas com bancos e sugestões de gerentes

Quando você vai comprar um carro, a primeira atitude que toma é ir até uma concessionária e perguntar ao vendedor qual a melhor opção de veículo com base em seu perfil, certo? Provavelmente sua resposta será “errado!”, pois você sabe que se fizer isso o vendedor tentará convencê-lo a comprar aquele carro difícil de vender.

O problema é que muitos investidores adotam exatamente essa atitude e entram no banco buscando dicas — ou aceitam ligações do gerente com sugestões — sobre “como investir bem o seu dinheiro”.

Cada banco define quais são suas metas de vendas de produtos financeiros e isso quer dizer que o gerente da sua conta pode sugerir algo apenas para ajudá-lo a bater sua meta pessoal de venda, aumentar sua pontuação, melhorar sua reputação junto à diretoria do banco ou conseguir um bom bônus interno.

Muitas vezes, esses estímulos fazem com que o gerente pense somente em seus interesses pessoais e relegue os objetivos de seus clientes a um segundo ou até terceiro plano. É preciso que você entenda que o gerente não é um vilão ou vigarista, ele é apenas um funcionário treinado pelo banco para atingir suas metas e vender produtos financeiros.

Muitos gerentes não possuem formação ou conhecem a fundo o mercado financeiro. A maioria deles sabe apenas quais são os produtos oferecidos pelo seu banco e todos são proibidos de indicar investimentos não oferecidos pela corretora do banco.

Não há maldade em suas intenções. Ele enxerga você como um cliente desavisado que pode ser convencido sobre os benefícios de seus produtos, como os famosos títulos de capitalização.

A saída para essa situação é bem simples. Não peça sugestões para o seu gerente. Faça pesquisas, leia sobre o tipo de investimento que você deseja fazer, converse com pessoas que já contrataram aquele produto e, principalmente, faça as contas!

Fale com seu gerente apenas quando estiver realmente interessado em algum produto do banco e quiser tirar dúvidas para finalizar um processo de aquisição.

4.1. Duas alternativas ao seu banco e gerente

Usar corretoras de valores, seguir as sugestões dos assessores de investimentos ou contratar um consultor ou planejador financeiro são boas alternativas para quem deseja evitar perder dinheiro com investimentos sugeridos pelo gerente do seu banco. Mas tenha em mente de que as corretoras, da mesma forma que os bancos, também estão atrás de vender produtos que lhes gerem maiores comissões. Assessores de investimentos que recebem comissões também. Aí vai depender da conduta de cada profissional. Já os consultores e planejadores financeiros são pagos diretamente por você e não pelos bancos ou corretoras, o que pode significar uma relação mais alinhada com seus interesses. Mas absolutamente NADA substituirá o benefício de você aprender como tomar suas decisões sozinho.

4.1.1 Os assessores de investimentos

Ao contrário dos gerentes de bancos — que são obrigados a oferecer apenas os produtos de uma instituição —, os assessores de investimentos possuem mais liberdade nas sugestões, pois trabalham com títulos, fundos e opções de investimentos de várias instituições.

Uma vantagem adicional está no perfil técnico desse profissional. Ele possui formação financeira e busca educar seus clientes sobre detalhes que separam boas oportunidades de investimentos não tão vantajosos.

Ao ter mais liberdade e melhor formação para sugerir produtos financeiros, o assessor consegue alinhar de maneira mais adequada o perfil dos investidores e seus objetivos às características dos investimentos, seus riscos, prazos e rentabilidade.

Esteja atento a quem remunera o assessor de investimentos: ele é proibido por lei de cobrar os clientes por suas indicações e apoio na hora de investir. Aliás, o assessor não tem acesso a nenhum dinheiro disponível na conta do cliente. Quem paga o trabalho realizado pelo assessor é a corretora ou o responsável pela oferta daquele investimento.

Ou seja, em alguns casos o assessor pode indicar uma opção menos alinhada aos seus objetivos por saber que sua remuneração será superior se você investir em sua sugestão.Fique muito atento a conduta de um assessor de investimentos e tente identificar se ele realmente está alinhado com seus interesses ou se está atrás de maiores comissões!

4.1.2. Consultor ou Planejador Financeiro

O planejador ou consultor financeiro também possui formação técnica e está habituado com a dinâmica do mercado financeiro. Sua diferença em relação ao assessor está em sua isenção quanto às sugestões oferecidas e no fato de que a remuneração é feita pelo próprio cliente.

Ou seja, você precisará pagar pelos serviços do consultor, mas terá a certeza de que sua opinião é isenta e de que suas indicações estão completamente voltadas para seus objetivos e perfil. Por sua vez, o consultor saberá que se não fizer indicações de títulos adequados ao seu perfil, resultados e objetivos, no próximo mês ele terá menos um cliente para atender.

Diferentemente do assessor ou do gerente do banco, seu consultor comemorará cada estratégia bem-sucedida e compartilhará das necessidades de correção em sua estratégia. Afinal, a continuidade de seus serviços depende do valor que você enxerga nas suas recomendações.

O problema da contratação de um consultor é o preço. Por se tratar de algo extremamente personalizado e individualizado, nem todas as pessoas podem pagar para ter essa orientação.

Independentemente de quem você escolherá para orientar seus investimentos, é importante saber que, em última instância, você será o grande responsável por seu fracasso ou sucesso financeiro.

5. Pensar que viver de renda é fácil

A última armadilha que pode fazer você perder dinheiro com investimentos é acreditar que viver dos rendimentos de suas aplicações seja algo simples e fácil de fazer. Muitas pessoas começam a investir na bolsa com a esperança de enriquecer quase que instantaneamente.

Alguns investidores até conseguem bons resultados em suas operações iniciais e se iludem com a velocidade com que as coisas acontecem na renda variável. É aí é que começam os problemas.

Ao fazer alguns cálculos, a pessoa passa a acreditar que suas chances de enriquecer na bolsa são maiores e seus esforços muito menores, se comparados ao seu atual trabalho. É com base nesses resultados e numa experiência rasa que alguns investidores decidem iniciar uma atividade de trader sem avaliar seus riscos.

O problema é que 99% dos investidores individuais que se aventuram nessa nova experiência perdem dinheiro em vez de multiplicá-lo. Eles ficam mais pobres e consomem suas reservas de segurança, ficando cada vez mais distantes do sonho de enriquecer e alcançar a estabilidade financeira.

Por outro lado, construir um plano de investimento baseado em diversificação, com riscos calculados, rentabilidade alcançável e dentro de prazos bem reais é uma boa receita para gerar a independência financeira sem precisar fazer loucuras.

É possível obter ganhos no nível da taxa selic de momento sobre seus investimentos praticamente sem correr riscos. Com uma carteira bem diversificada e equilibrada, esse percentual pode ser melhorado, mas os riscos de ter prejuízos nas operações também crescerá.

Logo, pensar em viver de renda passa por quatro passos:

  1. defina qual valor seria necessário para manter o padrão de vida desejado;
  2. aprenda sobre o mercado financeiro em geral e especialize-se em algum tipo de investimento mais adequado ao seu perfil;
  3. construa um plano para alcançar o montante necessário para ter uma carteira de investimentos diversificada e balanceada, que garanta o valor da renda que você deseja obter;
  4. revise constantemente sua estratégia para certificar-se de que a rentabilidade desejada será alcançada.

Provavelmente você percebeu que essa não será uma tarefa fácil — e muito menos rápida —, mas, certamente, mais realizável e muito menos arriscada que o trade, certo?

Uma estratégia sustentável envolve a construção de um patrimônio e sua alocação em bons investimentos. Ela também conta com o tempo como seu principal aliado e é revista quando há uma tendência de que o rendimento passado não se concretize no futuro.

Ser rico não é unicamente uma questão de escolha. Afinal, você pode escolher investir, cair em algumas ciladas do mercado financeiro e perder dinheiro com investimentos.

Contudo, aprender e aumentar seus conhecimentos sobre algumas estratégias farão com que você reconheça possíveis armadilhas e siga apenas as dicas que te ajudarão a realizar seus objetivos financeiros.

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Um grande abraço,

André Bona

Autor

André Bona

André Bona possui mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, tendo auxiliado milhares de investidores a investir melhor seus recursos e é o criador do Blog de Valor - site de educação financeira independente.

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Comentários

  1. giovann    

    Excelente post!

    André, como posso aprender a diversificar a minha carteira? Como estabelecer porcentagens para serem seguidas?

  2. Eestart    

    Excelente artigo! Estava querendo investir em algumas coisas mas estava com medo de perder e não ter um retorno financeiro no qual eu investir, mas com essas informações eu pude entender como perderei dinheiro investindo em algo errado, obrigado pelas informações e um grande abraço.

  3. Rodrigo    

    Excelente! Muito explicativo e didático. Obrigado.

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