O planejamento sucessório é uma etapa importante na vida de qualquer pessoa. Com o planejamento sucessório, não existem dúvidas em relação aos bens a serem herdados e nenhum beneficiário corre o risco de ser prejudicado durante este processo.

Acontece que, infelizmente, muitas pessoas acabam negligenciando esta importante etapa – seja por descuido ou por falta de informação sobre como começar o planejamento sucessório. Se você quer saber mais sobre o tema ou conhece alguém que deseja começar o planejamento sucessório, vale a pena continuar a leitura do artigo de hoje.

Descubra a seguir como começar o planejamento sucessório em três simples passos e saiba como escolher a melhor maneira de transferir seus bens aos herdeiros. Confira!

Por que fazer o planejamento sucessório?

O planejamento sucessório evita um grande estresse para os beneficiários, torna a sucessão mais transparente, evita desgastes, atritos, processos e permite que os herdeiros recebam sua parte de forma legal, correta e mais simples.

Portanto, começar a planejar a sua sucessão pode ser uma opção bastante eficaz para evitar uma série de problemas no presente como também de preservar a harmonia entre os herdeiros no futuro – fazendo valer, ao mesmo tempo, a sua vontade.

Como começar a fazer o planejamento sucessório: três passos simples

Pode parecer uma tarefa difícil, mas saiba que começar o planejamento sucessório é bastante simples. Confira a seguir três simples passos para dar início ao seu planejamento e à transferência de bens aos herdeiros:

1. Faça um levantamento do patrimônio

O primeiro passo para realizar o planejamento sucessório é saber qual o patrimônio que você possui. Levante todos os valores, faça o cálculo do montante que será transferido como herança, imóveis, investimentos, dinheiro em conta, absolutamente tudo.

Sem estas informações, será muito difícil fazer seu planejamento sucessório de maneira eficiente.

2. Escolha os beneficiários

Feito o levantamento dos seus bens, é o momento de definir quem serão os beneficiários que herdarão seus bens. Normalmente as pessoas tendem a priorizar entes queridos e mais próximos, que possam ser amparados financeiramente por meio desta transferência de recursos via herança. Se você não possui herdeiros, saiba que também é possível deixar o patrimônio para quem você desejar – como instituições de caridade.

Sabendo para quem você deixará seu patrimônio ficará mais fácil definir qual a melhor maneira de fazer esta transferência: seja por meio de um testamento, via holding familiar, via previdência privada ou, quem sabe, doações em vida.

3. Defina um método

Levantados os valores e bens a serem transferidos e escolhidos os beneficiários, é chegado o momento de analisar qual forma de transferência de patrimônio é mais adequada para você.

Saiba que, diferente do que muita gente acredita, é perfeitamente possível transferir seus bens a herdeiros ainda em vida. Clique aqui e conheça 5 formas de fazer esta transferência.

Existem, no entanto, diversas formas de se fazer o processo de sucessão. Confira algumas delas a seguir:

Testamento

Uma das formas mais comuns é fazer um testamento. Com ele, a pessoa pode distribuir seus bens da forma como desejar.

As categorias da herança legítima e a quota livre são sempre aplicadas. Na herança legítima, 50% do patrimônio vai diretamente para os descendentes, ascendentes ou cônjuge. E na quota livre, os outros 50% ficam a critério da pessoa.

O testamento pode ser feito publicamente – em um cartório e acompanhado de duas testemunhas – ou de modo privado, com o auxílio de um advogado.

Previdência Privada

Outra opção de fazer o planejamento sucessório é através da contratação da previdência privada, por meio de um plano “Vida Gerador de Benefício Livre” (VGBL). Neste caso, os herdeiros recebem automaticamente os valores que foram aportados no plano VGBL.

Essa transferência é feita sem a cobrança do imposto ITCMD (Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação) mas, em alguns estados do país, a obrigatoriedade da taxa pode ser mudada.

Tem dúvidas sobre se vale a pena escolher a previdência VGBL ou PGBL? Então clique aqui e descubra qual a melhor opção para você.

Holding familiar

Também é possível fazer o planejamento sucessório por meio de uma holding familiar – uma empresa que detém o patrimônio da família ou grupo de pessoas. A sucessão pela holding familiar faz a transferência de bens entre os sócios da forma como foi anteriormente estabelecida e assegura a permanência do patrimônio dentro daquele grupo.

Doações em vida

Com as doações em vida, é possível evitar também a cobrança do Imposto ITCMD. O interessado faz as doações para os beneficiários utilizando uma quota máxima anual, que é definida pelo estado, sem custos. É possível, inclusive, doar com reserva de usufruto; neste caso, você ainda deterá o direito de usufruir do local ou do bem como quiser até seu falecimento.

Como você pode acompanhar, é possível começar o planejamento sucessório de forma simples, em apenas três passos. Desta forma, você terá a certeza de estar deixando seus bens para os beneficiários do seu interesse e ainda evitará uma série de conflitos e burocracias – que costumam atrapalhar a vida de milhões de herdeiros em nosso país.

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Autor

Redação Blog de Valor

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