As fintechs têm avançado ano após ano no Brasil. No início de 2017 havia mais de 240 destas empresas no mercado brasileiro. Muita gente, no entanto, ainda não conhece estas startups inovadoras, que chegam ao mercado para solucionar problemas e oferecer serviços de alta tecnologia comuns ao setor bancário de maneira eficientes e menos burocrática.

E foi pensando nisso que o Blog de Valor decidiu produzir uma série inédita sobre fintechs. Ao longo dos próximos dias você irá acompanhar o perfil de algumas destas startups que têm facilitado a vida do consumidor e resolvido suas dores no segmento dos serviços que, até pouco tempo atrás, eram oferecidos exclusivamente por grandes instituições bancárias.

Hoje você vai conhecer um pouco mais sobre a fintech Espresso Controle de Despesas, que chegou ao mercado para facilitar a gestão de despesas das empresas do país.

Raio-X: Espresso

A ideia de criar um negócio que eliminasse a burocracia dos processos financeiros da empresa surgiu em 2015. Antes da concretização do negócio, no entanto, os responsáveis pela empresa buscaram, em diversas companhias do mercado, reconhecer e identificar de perto os problemas enfrentados por elas em relação aos processos de prestação de contas e reembolsos.

Tempos depois, a Espresso Controle de Despesas finalmente ganhou vida e foi lançada no mercado para resolver um problema – e uma dor – real de inúmeras empresas do mercado nacional. Segundo o CEO da Espresso, Guilherme Costantin Tângari, a empresa possui o produto mais simples do segmento, que promove a melhor experiência para o usuário. “Economizar o tempo dos nossos clientes é o nosso principal objetivo”, disse Tângari.

A solução do problema

A principal solução que a Espresso Controle de Despesas oferece aos seus clientes é a automatização de processos de gestão de despesas, otimizando o tempo dos funcionários e trazendo benefícios às empresas.

“Hoje os funcionários gastam muito tempo tendo que juntar as notinhas e cupons fiscais para comprovar os seus gastos e criar relatórios de despesas para poderem ser reembolsados pela empresa que, por sua vez, também perde tempo tendo que conferir os relatórios e as notinhas uma a uma manualmente”, explica o CEO da empresa.

O aplicativo da Espresso permite que o usuário gerencie uma série de processos financeiros em poucos minutos. É possível, por exemplo, registrar despesas, obter relatórios financeiros, organizar gastos nas mais diversas categorias, lançar e armazenar comprovantes de compras, entre outras tarefas diversas de gestão de despesas.

O cenário atual

O negócio já está no mercado e cresce a todo vapor. De acordo com Tângari, a fintech – que recebe o apoio da aceleradora de startups ACE – acaba de fechar a sua segunda rodada de investimentos. “Nosso crescimento médio mensal é superior a 30%”, disse o CEO da Espresso.

A maior dificuldade enfrentada pela startup, no entanto, é a tradição do uso do papel no dia a dia do brasileiro e a falta de clareza nas leis que se referem à conservação de documentos fiscais – o que, muitas vezes, torna mais difícil a tomada de decisão do empresário quanto a mudanças no controle destes processos de gestão.

“As leis exigem a guarda de um comprovante durante cinco anos, mas não são claras em relação à obrigatoriedade de se guardar o comprovante original (que perde a tinta) ou se é possível mantê-lo apenas em versão digital para o caso de uma fiscalização”, relata o CEO da startup.

Projeções para o futuro

As projeções da Espresso para o futuro são de crescimento e de novas conquistas. O CEO da empresa aponta um horizonte bastante promissor para o negócio de gestão de despesas corporativas.

Segundo Guilherme Tângari, a nova rodada de investimentos permitirá à empresa agregar ainda mais valor aos seus serviços e abrirá caminhos para a consolidação da Espresso como a melhor startup do seu ramo de atuação. Não posso entrar em detalhes, mas vem coisa boa por aí”, finaliza.

Serviço:

Espresso Controle de Despesas

Site: www.espressoapp.com.br

 

Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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