Aguardar pelas promoções da Black Friday no Brasil e no mundo já virou rotina para muita gente. Porém, na hora de aproveitar os atrativos descontos que varejistas e empresas dos mais diferentes setores oferecem aos consumidores, é preciso ter cuidado.

Isso porque, principalmente no Brasil, é comum que o consumidor menos atento deixe sua vontade de consumir falar mais alto – resultando, muitas vezes, em perda de dinheiro por conta de promoções inexistentes ou até mesmo devido a armadilhas e ciladas que podem surgir em sites e lojas que aplicam golpes nos compradores.

Para ajudar você a não ser vítima destas arapucas, listamos 6 dicas para não cair em armadilhas durante a Black Friday. Confira a seguir estas orientações e saiba como manter-se atento na hora da compra e consumir de maneira consciente na próxima Black Friday.

Acompanhe!

1. Não compre por impulso

A primeira dica não poderia ser outra: evite compras impulsivas. Esta prática deve ser adotada não somente na Black Friday, mas no dia a dia de quem deseja sempre manter as contas em dia e poupar dinheiro.

Na Black Friday, a atenção deve ser redobrada, já que o consumidor acaba sendo bombardeado de promoções e preços, teoricamente, mais baixos. Por isso, antes de adquirir algum produto, é importante que você analise se precisa, de fato, daquele produto, ou se está apenas comprando por impulso.

Se você já pretende adquirir um produto e está aguardando a Black Friday para tentar encontrar bons descontos, é importante monitorar desde já os preços para evitar cair armadilhas e aproveitar “falsos descontos” durante a Black Friday. Um consumidor atento aos preços praticados pelo mercado tem maiores chances de não ser ludibriado com falsas promoções nesta época do ano.

2. Tenha cuidado com sites falsos

É muito comum encontrar descontos fantásticos e imperdíveis na Black Friday, mas é preciso muita atenção nestes casos, já que muitas destas ofertas são provenientes de sites falsos, que aproveitam a oportunidade de enganar o consumidor mais afoito.

Desconfie de produtos e serviços com preços quase impraticáveis – como smartphones, passagens aéreas e televisores com descontos impressionantes, principalmente de sites desconhecidos. Se você recebeu uma oferta imperdível por e-mail de uma loja varejista conhecida, vale a pena verificar se o e-mail recebido partiu realmente da empresa, já que fraudadores aproveitam destas datas para praticar golpes.

3. Conheça a reputação da loja

Ainda no caso de você ter encontrado na internet ou ter recebido, via e-mail ou redes sociais, uma oferta irresistível de uma loja que não conhece, é importante ir atrás da reputação da loja e da veracidade do desconto antes de tirar dinheiro do bolso ou informar seus dados pessoais.

Uma das dicas, neste caso, é procurar o CNPJ da empresa, seu endereço físico e razão social para saber se, de fato, a loja existe. Um segundo passo é conhecer a reputação da loja entre os consumidores.

Esta análise da reputação pode ser feita por meio dos sites de reclamações, como o Reclame Aqui, onde os usuários podem fazer reclamações e as empresas podem responder estes contatos e sanar as dificuldades dos consumidores.

Para ajudar o consumidor a não cair em golpes durante a BlackFriday, o Procon divulga, anualmente, uma lista de sites para serem evitados neste período e ao longo de todo o ano. Você pode conferir aqui esta lista do Procon para a Black Friday.

4. Atente-se à “metade do dobro”

Expressão bastante utilizada pelos brasileiros durante a Black Friday, a “metade do dobro” é também um problema real nesta época do ano, e o consumidor deve se atentar a ele. A famosa “metade do dobro” acontece quando as empresas inflam os preços dos produtos que, teoricamente, estão em promoção, e vendem ao consumidor o produto pelo seu preço original.

Na prática, são oferecidos descontos ilusórios ao consumidor que, muitas vezes, não percebe que está pagando o preço original do produto.. Para evitar cair nesta armadilha, é importante monitorar os preços dos produtos antes da Black Friday e verificar os preços também em outras lojas online ou físicas.

5. Verifique eventuais divergência de preços

Durante a Black Friday é muito comum haver situações nas quais o preço oferecido não é o mesmo na hora do checkout – ou seja, na hora do pagamento da compra. Por isso, a atenção deve ser redobrada na hora do pagamento.

Em casos de divergência de preços, a dica é registrar, no momento da compra, a divergência de preços do produto, e reportar o problema ao Procon. Nestas horas, vale a pena copiar a tela de compra ou até mesmo fotografar o problema, sempre deixando visível o preço do produto, o nome da loja, data e horário da compra ou da tentativa de compra.

E vale a pena lembrar mais uma vez de evitar comprar produtos em lojas desconhecidas, para não cair em possíveis golpes online – expondo, muitas vezes, dados pessoais e de cartão de crédito, que podem resultar em perdas de dinheiro e muita dor de cabeça ao cliente.

6. Confira os prazos de entrega e o preço do frete

Por fim, o consumidor deve ficar atento aos preços do frete e prazos de entrega. Muitas vezes, uma loja cobra altos valores de frete, a fim de diminuir a diferença do desconto concedido sobre o valor de determinado produto, e também podem oferecer prazos de entregas elásticos de mais – muitas vezes, para entregas somente no ano seguinte.

Portanto, se você tem pressa em receber sua encomenda, é bom se atentar aos prazos de entrega para não ter dor de cabeça no futuro. Valores abusivos para o frete também podem ser reportados aos órgãos de defesa do consumidor.

Seguindo estas dicas fica mais fácil aproveitar as promoções da Black Friday com consciência, evitando cair em armadilhas e cuidando para não exagerar na hora das compras e prejudicar seu orçamento neste final de ano.

E você, pretende adquirir algum produto na Black Friday? Já encontrou alguma promoção imperdível nas edições dos anos anteriores? Deixe seu comentário!

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Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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