Um bom controle financeiro empresarial é responsável por manter um negócio em pleno funcionamento. Além de necessário para a rotina administrativa, é através dele que um gestor consegue identificar a trajetória de crescimento de sua empresa e quais rumos tomar a seguir.

A gestão e controle empresariais reúnem uma série de fatores que são termômetros do sucesso de um empreendimento. A administração financeira é um dos principais destes fatores (e de maior peso).

A necessidade de um bom acompanhamento financeiro vai desde as grandes corporações aos microempreendedores individuais. Apesar de aplicadas a contextos diferentes, as ferramentas básicas de gestão financeira para grandes, micro e pequenas empresas são similares.

Neste artigo, você irá conferir nove dicas básicas para um controle financeiro empresarial eficiente. Anote todas elas, ok?!

1 – Mantenha um bom fluxo e controle de caixa

Ter um bom fluxo de caixa é a chave de um controle financeiro bem-feito. Muito além de registrar apenas o que entra e o que sai, é importante também ter uma projeção dos gastos e rendimentos que serão lançados futuramente. Com essa previsão do futuro, o planejamento poderá ser mais assertivo.

Além disso, é importante manter um compromisso estrito com o controle de caixa do dia a dia da empresa. Dessa maneira, você conseguirá analisar se suas previsões condizem com a realidade e se o negócio está indo na direção correta.

2 – Planeje o seu futuro

Planejar quais metas quer atingir com o empreendimento a médio e longo prazo também é uma parte essencial no controle financeiro. Com isso, é possível entender como o caixa atual deve evoluir para alcançar os objetivos definidos e como começar a trabalhar desde já para atingi-los.

O planejamento serve também para uma melhor preparação com futuros investimentos e gastos imprevistos, como os com pessoal ou manutenção. Assim, não terão tanto impacto negativo no capital.

3 – Esteja atento aos prazos

Programar os prazos estrategicamente tem impacto na saúde financeira de uma empresa. Prazos de pagamento melhor negociados com fornecedores, por exemplo, podem fazer com que seu capital de giro não fique muito comprometido, o que sempre é o ideal.

Um outro fator a se atentar são as datas de grandes saídas de caixa. Evitar que elas aconteçam próximas umas das outras ajuda a minimizar os efeitos de algum problema inesperado que possa atingir a empresa nesse período.

4 – Tenha seu pró-labore

Para quem atua em sociedade, essa já é uma prática conhecida. O pró-labore é a retirada mensal de ganhos dos sócios de um empreendimento. Ou seja, o equivalente a seu salário.

Já para quem atua individualmente, essa prática, muitas vezes, não é respeitada. Afinal, não é difícil encontrar pequenos empresários que acabam misturando as finanças pessoais e da empresa.

Essa prática, entretanto, pode trazer prejuízos para os cofres da companhia. É importante definir qual será o salário do gestor do negócio e tentar ater-se a esse valor o máximo possível. Se houver a necessidade urgente de retirada do caixa, o ideal é que seja registrada e reposta o mais rápido possível.

5 – Conte com outras ajudas

O acompanhamento direto das finanças feitas pelo gestor não substitui o trabalho de um contador competente. No caso de empresas de maior porte, uma boa equipe responsável pelo setor financeiro também agrega no sucesso de um empreendimento.

A tecnologia também é de grande valia nessa área. Foi-se o tempo em que o excel era a base do controle financeiro.

Já existem hoje no mercado diversas ferramentas que podem ajudar nesta função. É só escolher o software de controle financeiro empresarial que melhor se adapte à sua realidade.

6 – Reveja seus custos

A flutuação de preços do mercado infere diretamente nos custos de produção de um produto e até mesmo de um serviço. O valor da matéria-prima, o gasto com folha de pagamento e também o custo com despesas fixas, como o aluguel, variam com o passar do tempo.

Por isso, reveja os custos sempre que possível para que seu produto ou serviço não fique com preços defasados. Se isso ocorrer, pode lhe causar prejuízos.

7 – Esteja atento ao estoque

O gasto com estoque costuma ser uma parte considerável das despesas de uma empresa. Tanto a compra de insumos quanto seu armazenamento devem considerados na hora de fechar as contas.

O ideal é trabalhar com um estoque equilibrado, sem mercadorias em excesso (que significam dinheiro parado) ou produtos em falta (que podem causar perda de vendas).

Analise com cautela se certos descontos conquistados com uma grande aquisição de estoque de uma só vez trarão realmente um benefício compensatório para o seu caixa.

8 – Corte gastos

Se você vem cumprindo a maioria das dicas passadas até aqui, já tem uma boa noção dos gastos e ganhos da empresa. A partir disso, poderá refletir sobre quais são as áreas de maior escoamento financeiro e quais medidas podem ser tomadas para diminuí-lo.

É evidente que algumas despesas são mais difíceis de se desvencilhar ou até mesmo diminuir. Porém, o corte de gastos com coisas não tão essenciais é capaz de dar o respiro que o seu caixa pode estar precisando.

9 – Invista com inteligência

Ter um reserva para emergências é algo que todo empresário deve colocar como prioridade. Mas, para isso, não basta apenas guardar dinheiro, é preciso também saber como investir essa quantia pensando na melhor maneira a ser utilizada quando necessária.

Para esse tipo de reserva, a sugestão é uma aplicação de alta liquidez e baixo risco, ou seja, algo que possibilite uma retirada rápida sem a perda de recursos.

Os investimentos devem ser estudados também na aplicação dos rendimentos da empresa. O conhecimento nessa área ou a ajuda de especialistas são um diferencial que podem alavancar seus ganhos.

Colocando estas 9 dicas em prática ficará muito mais fácil manter um bom controle financeiro empresarial e manter as finanças da sua empresa sempre em ordem!

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Autor

Equipe André Bona

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