A gestora independente de recursos DLM destacou em relatório, no início deste mês, a precificação de ativos no mercado brasileiro e o mercado de crédito no país. Para a gestora, o mercado interno se aproxima, a partir de agora, da “lógica do mercado internacional”.

No documento, a gestora DLM ressaltou que o mercado já sinaliza a normalização da precificação de alguns ativos. Esta mudança, segundo a DLM, ocorre tanto no mercado primário (em que os bancos tiveram que exercer garantias firmes no período) quanto no mercado secundário.

Além disso, o relatório também apontou para uma intensa movimentação do mercado no mês passado – com cerca de 25 emissões de ativos incentivados e institucionais no país. Para a DLM – que enxergou oportunidades positivas de relação risco-retorno em algumas destas emissões, o número registrado em maio é, sobretudo, bastante acima da média histórica do mercado brasileiro.

Maturidade do mercado de crédito x precificação

A gestora DLM também destacou no documento o “aumento da maturidade do mercado de crédito brasileiro” em relação à precificação dos ativos com call (direito de recompra) por parte das empresas. Para a DLM, este movimento aproxima o mercado nacional “da lógica do mercado internacional a partir deste momento”.

No documento, a gestora explica que, com a ampliação do exercício deste direito de recompra pelas companhias – com o intuito de viabilizarem um refinanciamento a um custo mais baixo, “ativos com call começam a ser precificados mais corretamente”.

“Apesar desse movimento resultar em algumas marcações negativas de curto prazo, entendemos que é algo fundamental para o longo prazo”, disse a gestora.

Otimismo e posicionamento DLM

A DLM, aliás, se mostrou otimista com o fluxo de emissões no mercado brasileiro – “sobretudo no que diz respeito à melhor precificação de ativos” e satisfeita com o posicionamento de seu portfólio, a fim de capturar estas oportunidades do mercado.

A gestora independente se manteve, segundo o documento, firme à sua filosofia de não se expor a movimento de euforia – concentrando-se no processo de avaliação de crédito e buscando consistência de longo prazo.

“Como buscamos consistência de longo prazo, protegemos nossos portfólios evitando esse tipo de ativo e decisões que priorizem o curto prazo versus longo prazo. Adotamos uma postura de vigilância e preferimos manter o perfil high grade de nossa carteira e resultados destacados em detrimento do crescimento de patrimônio”, afirmou a relatoria em relatório.

Por fim, a gestora de recursos DLM destacou suas posições em carteira – considerando a situação atual do mercado e alinhando-a ao foco no longo prazo.

“Continuamos com uma exposição relevante em doações a termo e box nos fundos que permitem arbitragem – DLM Hedge Moderado FIM CP, DLM Hedge Conservador FIM e, em menor proporção, o DLM Hedge Conservador II FIRF CP – devido ao cenário de renda variável favorável”, finaliza.

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Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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