O número de novos investidores que decidiram fazer aportes no Tesouro Direto disparou no mês de novembro, de acordo com informações divulgadas nesta semana pelo Tesouro Nacional. O avanço de mais de 28 mil novos investidores ativos no penúltimo mês de 2018 coincide com a adoção da taxa zero para aplicação nos títulos públicos federais.

A título de comparação, o mês de novembro e 2017 registrou um acréscimo de 6.618 novos investidores no programa do Tesouro, enquanto 28 mil novos investidores optaram por investir no Tesouro Direto no mês de novembro do ano passado – um número quase cinco vezes maior. Um mês antes, o programa registrou mais de 32 mil novos investidores.

Nos meses anteriores, ainda segundo dados do Tesouro, o número de novos investidores registrados na plataforma do programa permanecia em um patamar médio de 11 mil por mês. Atualmente, de acordo com o Tesouro Nacional, o programa de compra e venda de títulos públicos possui mais de 752 mil investidores ativos.

Taxa zero para aplicações no Tesouro

O forte avanço no número de investidores que optaram por aplicar no Tesouro Direto coincide com uma medida adotada por grandes bancos no país no segundo semestre de 2018. Instituições como o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander decidiram manter taxa zero para aplicação no Tesouro no final do ano passado – o que pode ter incentivado mais pessoas a investir.

A taxa zero para aplicação no programa Tesouro Direto se refere à taxa de administração que diversas instituições ainda cobravam dos investidores que aportavam dinheiro nos títulos públicos federais. Com a adoção da taxa zero, os investidores precisam apenas arcar com os custos da taxa de custódia, cobrada pela B3, que foi reduzida para 0,25% ao ano no início de 2019.

Projeções positivas para 2019

A possibilidade de investir no Tesouro Direto sem a necessidade de arcar com uma taxa de administração somada à redução da taxa de custódia do programa do Tesouro Direto devem resultar em novos avanços no número de investidores do Tesouro em 2019. O principal motivo seria um aumento da competitividade dos títulos públicos federais com a queda nas taxas de administração e custódia.

Vale destacar que o investidor fica isento desta taxa – agora de 0,25% ao ano – em caso de investimentos no Tesouro via fundos. O fundo Tesouro Selic Simples, do BTG Pactual, por exemplo, é a melhor alternativa de investimento no Tesouro Direto disponível no mercado brasileiro para quem deseja compor sua reserva de emergência.

A taxa de administração do fundo é de 0,09% ao ano e não há cobrança da taxa de custódia pela B3.

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Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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