1. Introdução

Quando um novo empreendimento surge, ele traz consigo preparo, dedicação, uma gama de sonhos e expectativas de uma pessoa e, óbvio, daqueles que desejam seu sucesso. Para os empreendedores, os primeiros passos envolvem planejamento, organização e esforço. Mas, quando se fala na continuidade e na sustentabilidade desse negócio, é preciso pensar com muito cuidado na sua gestão financeira.

Para que uma ideia saia do papel e dela nasça uma empresa promissora, uma série de cuidados prévios é necessária. O empreendedor, antes de colocá-la em prática, precisa:

  • Ter expertise no objetivo fim do empreendimento. Saber produzir ou prestar os serviços que deseja oferecer, ou ter colaboradores que o façam.
  • Analisar a viabilidade dessa ideia, estudando a demanda pelos produtos ou serviços oferecidos e a localização ideal, onde o público-alvo está inserido e o mercado é mais favorável.
  • Realizar um plano de negócios prévio, partindo das informações anteriores e delineando as ações envolvidas na execução do empreendimento.

Uma vez que essas atitudes tenham sido tomadas, vemos uma nova empresa nascer. Mas uma pessoa, depois do nascimento — mesmo jurídica — passa por um processo em que precisa aprender a caminhar com as próprias pernas e se tornar independente.

E o empreendedor tem que evoluir em sua posição de administrador. A partir daí, ele precisará se tornar um gestor, frequentemente multitarefas, pois, concentrando toda a administração do negócio em suas mãos, ele olhará para múltiplos aspectos gerenciais, que se entrelaçam e impactam mutuamente, tais como:

  • A gestão operacional do negócio, com seu fluxo de compras de produtos e insumos, estocagem, produção, venda e posterior recebimento.
  • A gestão comercial, relacionada ao front end do operacional, que envolve a oferta dos seus produtos e serviços no mercado, sua competitividade, sua entrada junto ao seu público-alvo.
  • A gestão de marketing, intimamente ligada à anterior, que se traduz na imagem que a empresa constrói junto ao público, a confiabilidade que adquire e o respeito da marca.
  • A gestão financeira, base de todo o funcionamento da empresa, responsável pela correta gestão dos seus ativos, capaz de definir sozinha se um negócio comercial e operacionalmente promissor se mantém vivo ou não. Nela, ainda, se pode inserir a gestão tributária da empresa, que garante a sua legalidade e também necessita de estudos e estratégias para otimização.

É exatamente pelo peso que a gestão financeira exerce sobre a expectativa de vida de um empreendimento, que trataremos deste assunto hoje.

2. O papel da gestão financeira em um empreendimento

Fazendo um paralelo com um organismo humano, tal como o cérebro comanda a liberação de oxigênio que alimenta os órgãos e, com isso, permite que continuem trabalhando e mantendo a vitalidade do todo, assim é a gestão financeira em uma empresa.

É dela que depende o todo. De nada adianta você ter uma frente operacional trabalhando a todo vapor, ter um produto bem-aceito no mercado, apresentar uma curva crescente de vendas e não gerir corretamente os recursos gerados nesse ciclo.

Nesse processo, quando a gestão financeira é deixada em segundo plano e não recebe a correta prioridade, uma sequência de problemas se desencadeia.

Um erro crasso da gestão financeira é acreditar que um negócio não precisa se retroalimentar, ou seja: o que você ganha não é focado em reinvestimento. Toda empresa demora um tempo maior ou menor para começar a apresentar resultados consistentes. Antes disso, ela não está “andando com as próprias pernas” e precisará receber de volta aquilo que obtiver de retorno.

A meta inicial é: crescer, crescer e crescer

Entenda que, durante o período de estabelecimento — que pode ser de seis meses, um ano ou até mais —, você encontrará diversas falhas de processos, pontos de melhoria, setores e questões a trabalhar e desenvolver. Sua empresa não nasce, de modo algum, pronta.

Então, ao longo dos seus primeiros meses de vida, ela precisará crescer em solidez e melhoria de processos, consertando esses pequenos desvios iniciais e transformando-se num negócio realmente sustentável.

De onde ela vai tirar recursos para isso? De si mesma. Como? Pela gestão financeira eficaz. Por isso, ela é tão importante, pois determina se o seu grande projeto se manterá vivo ou não.

3. Quais são os erros que um empreendedor deve evitar?

Alguns erros são muito comuns entre os novos empreendedores. Talvez pelo excesso de confiança, pela falta de experiência na gestão do seu negócio ou ainda, pelo fato de que, inevitavelmente, ele concentra praticamente toda a gestão de sua empresa nas mãos. Essa centralização das responsabilidades é compreensível por duas razões básicas:

Primeiro, porque, como diz o ditado, “o que engorda o gado é o olho do dono”. Nada mais adequado que acompanhar de perto todo o funcionamento do seu negócio.

Segundo, porque, geralmente, as empresas nascem com equipes reduzidas que, em muitos casos, são formadas apenas pelo próprio empreendedor, que assume:

  • O papel operacional, preparando produtos e prestando serviços; a responsabilidade sobre o marketing, gerindo suas próprias redes sociais, contratando material publicitário e encontrando formas de divulgá-lo.
  • O posto de vendedor, indo frequentemente a campo, buscar novos clientes, fechar mais negócios e depois, voltando para preparar sua entrega.
  • O gestor financeiro, decidindo como, quando e onde aplicar os recursos gerados pelo seu empreendimento.

Dos erros frequentemente cometidos, alguns incorrem em problemas sérios na manutenção das atividades e comprometem, de forma cruel, o andamento do todo. Claro que é preciso se deter a muitas minúcias, mas dada a importância e a recorrência de algumas deles, vamos evidenciá-las nesse guia.

Acreditar que o lucro da empresa é sua remuneração

Quando se fala em empreender, frequentemente a comparação feita é:

Quanto é minha remuneração sendo empregado de outra empresa? Qual o lucro obtido na execução dessa atividade?

Mas essa é uma falha de avaliação grave. Ocorre que, quando se é empregado celetista — e nesse mérito não vamos entrar, pois é assunto para outro artigo —, você tem uma série de benefícios aliados à sua remuneração líquida. Por outro lado, se o lucro da sua empresa for integralmente convertido em seu salário, como ela manterá as suas atividades?

Não caia na ilusão de acreditar que apenas repor seus custos operacionais garantirá a continuidade do seu negócio. Como já falamos, a sua empresa é uma criança e, como tal, precisa crescer.

A forma mais adequada e garantida de não prejudicar o funcionamento do negócio é estabelecer o seu pró-labore. Ainda que, inicialmente, ele nem chegue perto do salário que deseja, se você não fizer isso agora, não alcançará o patamar desejado nunca.

Fazer retiradas do lucro da sua empresa é como enganar a si mesmo. Limite-se à remuneração que você preestabeleceu e não confunda as coisas de modo algum. Por isso mesmo, o ideal é que, no início do negócio, você tenha uma reserva pessoal extra, para não precisar fazer retiradas.

Logo, o lucro da sua empresa deve ser dividido assim:

  • pró-labore (na verdade considerar o pró-labora como custo e não parte do lucro é o mais correto!);
  • investimento para o crescimento e melhoria da sua empresa;
  • reserva como capital de giro;
  • investimento para conferir um resultado financeiro adicional ao seu resultado operacional.

Investir em um grande estoque

Outro problema frequente é que os empresários acreditam, que ter um grande estoque para atender de forma imediata as demandas que surgirem é um bom negócio. Eis um bom exemplo, na verdade, de uma ação prejudicial. Produtos empoeirados na prateleira não podem, nunca, ser um bom negócio.

Ter uma reserva mínima, que atenda de forma coerente à sua média de vendas — histórica, e não desejada, porque você não pode garantir que suas expectativas se consolidarão —, é o melhor caminho.

Lembre-se de que produtos em estoque são dinheiro parado. Dinheiro esse que poderia ser reinvestido ou investido em produtos financeiros, por exemplo. Por isso, a ordem é: estoques, mínimos; investimentos, máximos.

Não melhorar sua capacitação

Ninguém nasce pronto e isso é fato. Adquirimos conhecimento conforme nos capacitamos. Acreditar que você é um empreendedor nato, um administrador inato, um gênio dos negócios é apenas garantir o fracasso ou, pelo menos, adiar muito o sucesso.

Se você não tem formação na área, providencie. Se tiver, melhore-a. Se já a melhorou, expanda-a. Aprenda e se capacite em tantas áreas quantas forem necessárias às suas funções na empresa. Especialmente, quando você é o gestor, o vendedor, o administrador e o auditor de sua empresa.

Cair na armadilha dos empréstimos

É bem comum que as novas empresas se vejam em situação desesperadora, sem capital de giro para manter o funcionamento de suas atividades ou para pagar seus fornecedores, enquanto, não entra dinheiro na conta.

Quando isso acontece, as ofertas de empréstimos aparecem milagrosamente. E são feitas de forma tão tentadora que parecem à saída para todos os seus problemas. Mas, quanto mais você precisar deles, pior é contratar algum.

As taxas de juro dos empréstimos, especialmente quando não há garantia real por parte do tomador, são tão expressivas que roubam todo seu resultado. Isso, quando não o colocam no vermelho. Logo, o melhor a fazer é se planejar. Para isso você tem que conhecer:

  • O fluxo de caixa da sua empresa: sabendo quando você deverá dispor de capital para honrar seus compromissos e quanto entrará.
  • O ciclo operacional e financeiro de seus negócios: entendendo quanto tempo sua mercadoria leva da produção, passando pelo estoque, às mãos do consumidor e quanto tempo adicional você tem para receber o pagamento por essa venda, devido ao prazo concedido.
  • Suas opções e programação de compras: garantindo que os prazos recebidos de seus fornecedores, permitam que você aguarde a conclusão do seu ciclo financeiro para poder quitar as suas dívidas sem recorrer a um caro capital externo.
  • Sua necessidade de capital de giro: para realizar a reserva desses recursos e dar a ela tanta liquidez quanto possível, para cobrir as possíveis lacunas entre pagamentos e recebimentos, sem dores de cabeça.

4. 7 dicas de ouro sobre gestão financeira para empreendedores iniciantes

1. Facilite a sua vida: quanto mais prático, melhor

Muitas pessoas tendem a tomar o caminho mais trabalhoso para garantir que a execução das suas tarefas será resultado de seus esforços e estão sob seu controle.

Se você centraliza muita coisa na sua empresa, a praticidade tem que ser a sua aliada. Quanto menos tempo levar em cada obrigação, sem prejudicar os resultados, melhor.

Para isso, utilize todos os artifícios que tiver disponível, alguns dos mais fáceis e eficientes são:

  • Organizadores financeiros: a diversidade de aplicativos disponíveis no mercado, certamente, garantirá algum que se enquadre nas suas necessidades. Eles são melhores que as planilhas e pilhas de papéis. A propósito, controles em papel só aumentam a desorganização e os erros por esquecimento, extravio de comprovantes e danos físicos.
  • Home Banking: fuja das filas bancárias e da perda de um tempo do qual você não dispõe. Habilite os seus dispositivos para transações eletrônicas e faça tudo que puder pela internet. Você economiza duplamente: em taxas e tarifas, que são as mais baratas entre todas as possibilidades de uso dos canais bancários e em tempo, que também é dinheiro.

2. Invista seu lucro residual

Suponha que sua empresa já está bem estabelecida, que você tem um pró-labore que atenda às suas necessidades no momento, que está reinvestindo em seu empreendimento e, ainda assim, há uma margem de lucro residual.

O melhor dos mundos? Torne-o ainda mais atrativo: invista. Escolha opções de produtos financeiros nos quais você terá retorno garantido. Claro, caso seja um investidor mais experiente e conheça o mercado, você também pode optar pela renda variável, mas saiba onde está pisando.

Investir é somar ao seu resultado operacional — aquele oriundo das atividades da sua empresa — um resultado financeiro, que torne sua empresa ainda mais lucrativa.

Escolha carteiras de investimento, conforme puder dispor desse dinheiro, sem atrapalhar o fluxo de caixa e o capital de giro de seu negócio, equilibrando lucratividade e risco.

Quanto mais você somar aos bons períodos de sua empresa, mais estará prevenido para os dias das “vacas magras”. Temos inúmeros artigos tratando a respeito das melhores opções de investimento financeiro e educando os novos investidores sobre as escolhas certas a fazer.

A exemplo, podemos citar um tipo de investimento que atende bem a empresas:

  • CDB: Certificado de Depósito Bancário, uma espécie de investimento indexada no CDI, que varia de acordo com a taxa SELIC. Ou seja, para épocas de inflação crescente, uma grande jogada. São garantidos em até R$ 250.000,00 e é um dos produtos financeiros mais buscados por investidores mais tradicionais. Principalmente aqueles que possuem liquidez diária e permanecem disponíveis para utilização em caso de novas oportunidades dentro do seu negócio, além de remunerar também o caixa da empresa.

Além desse, você dispõe de uma vasta gama de possibilidades, cada qual com suas características e natureza, portanto, gaste tempo estudando e conhecendo todos, assim você pode escolher o que melhor se adapta às necessidades da sua empresa.

3. Faça um planejamento estratégico de longo prazo

Se você não souber para onde está indo, como saberá quando chegar lá? É com essa analogia simples que explicamos que você precisa planejar o seu mês, o fechamento do exercício, os próximos anos. Quanto mais longe olhar, mais certo estará de onde quer chegar.

O planejamento estratégico permite que você:

  • estabeleça objetivos para curto, médio e longo prazo;
  • defina estratégia para alcançá-los;
  • antecipe possíveis dificuldades para atingir os resultados esperados e trabalhe de forma proativa para saná-las;
  • encontre gargalos no seu funcionamento e veja o quanto o estão afastando do resultado esperado, permitindo correção de processos;
  • planeje o futuro de seu negócio, ações de crescimento, ampliação de sua atuação e de seu mercado e uso de novas plataformas.

Portanto, planeje-se. Nem tão fácil, nem tão simples, mas os resultados são gratificantes.

4. Tenha controle do seu fluxo de caixa

Ter sob seu controle o fluxo de caixa está intimamente ligado ao que falamos quando dissemos para você fugir dos empréstimos. Conhecê-lo implica saber quanto está previsto, em termos de entrada e saída, de seu caixa.

Se você experimenta, por vezes, estar sujeito à falta de dinheiro e tem que utilizar recursos de cheque especial, cartão de crédito ou seu próprio saldo pessoal para pode cobrir suas despesas, ou se atrasa o pagamento de contas e, com frequência, paga juros e taxas extras em seus boletos, esse é um sinal de que está completamente sem controle do seu fluxo de caixa.

Para alcançar esse objetivo, acompanhe de perto os prazos de pagamentos de suas contas e o prazo de recebimento de seus fornecedores. Parece redundante em relação ao que já dissemos, não é? Mas é realmente importante ter uma base da segurança financeira no seu negócio.

5. Conheça seu fluxo financeiro e operacional

O ciclo operacional é o intervalo de tempo desde a compra dos insumos para produção ou prestação do serviço, passando pela produção, prazo de estocagem médio, até o momento em que a venda se efetiva. O nome remete exatamente ao que é esse importante controle da gestão financeira: o ciclo das operações da sua empresa.

Por que o clico operacional é importante?

A partir do conhecimento dele, você consegue perceber detalhes importantes do funcionamento do seu negócio, como, por exemplo:

  1. O momento certo para efetuar as compras junto a seus fornecedores.
  2. O volume de compras necessário para atender à sua demanda.
  3. O tempo que seu produto geralmente passa estocado, lhe permite saber quanto precisa realmente manter em estoque e quando precisará renová-lo.

Quando, ao final desse ciclo, você acresce o prazo médio de recebimento de suas vendas, você tem o ciclo financeiro. Quando vende somente à vista — e isso é raridade nos modelos de negócio atuais, porque limita muito o alcance de seu público —, seu ciclo operacional é igual ao seu ciclo financeiro.

No entanto, quando você dá prazo a seus clientes e mesmo quando vende, por exemplo, no cartão de crédito (pois terá o delay para o recebimento de suas vendas), esse intervalo de tempo se soma ao seu ciclo operacional e se traduz no tempo que sua empresa leva, desde a compra de seus insumos até que o dinheiro entre novamente no caixa.

Qual a importância do ciclo financeiro?

Esse outro item é um dos principais números da sua gestão financeira. Suponha que você faça compras, hoje, e seu fornecedor trabalhe com prazo de 48 dias para pagamento.

Seu produto completa todo seu ciclo operacional e financeiro, até que o dinheiro de sua venda entre na conta. Das duas, uma:

  1. Ou esse ciclo tem um prazo menor que os 48 dias que você detém para honrar sua dívida e, ótimo: você terá saldo em conta e poderá pagar as suas contas sem maiores dificuldades desde que, claro, não utilize os recursos recebidos para outros fins.
  2. Ou o ciclo excede o seu prazo de pagamento e você terá problemas no dia do pagamento, a não ser que tenha saldo reserva em forma de capital de giro. Caso contrário, terá que recorrer a dinheiro de terceiros, pagar juros e praticamente anular todos os seus esforços.

Bom, não é preciso mais para explicar o valor desses dois índices, certo? Vamos em frente.

6. Fuja da inadimplência

A inadimplência de seus clientes é um dos maiores danos que sua empresa pode sofrer. Dela incorrem os seguintes problemas:

  • ela atrapalhará seu fluxo de caixa;
  • consumirá seu capital de giro;
  • causará problemas com sua própria liquidez junto aos seus fornecedores;
  • gerará gastos extras com cobranças.

Portanto, você uma vertente a tratar a respeito desse tema, que é a prevenção. Evite correr o risco da inadimplência tanto quanto possível. Para isso, conte com as formas de recebimento garantidas, como cartão de crédito e débito.

Se não for possível trabalhar diretamente com eles — o que é cada vez mais incomum, visto que até MEIs podem aderir à modalidade —, saiba que muitas startups trabalham justamente intermediando essas transações, permitindo o recebimento via boleto ou cartão de crédito e repassando os valores a você, mediante uma taxa por transação.

7. Faça o demonstrativo dos seus resultados

O DRE, Demonstrativo do Resultado do Exercício, é uma das práticas da contabilidade empresarial mais comuns nas grandes empresas. Ele é a ferramenta para avaliação de lucratividade, ciclos operacional e financeiro, rentabilidade e alíquotas de tributos.

Não menospreze essa importante ferramenta. Não é tão difícil elaborá-lo, visto que há programas e ferramentas disponíveis para isso. Ademais, sempre se pode contar com o auxílio do seu contador.

Se você faz seu planejamento estratégico, podemos dizer que, enquanto ele projeta seu futuro, o DRE verifica se ele realmente se efetivou e ainda dá margem para avaliar os motivos, caso não o tenha.

5. Conclusão

Bom, com tudo que tratamos, você tem realmente um guia de ações e indicadores que precisará para que a gestão financeira da sua empresa não atrapalhe seus resultados, pelo contrário: o favoreça. Entenda que todos os empreendedores estão sujeitos aos mesmos imprevistos e previstos problemas na sua jornada.

Espero que todas as dicas sobre gestão financeira para empreendedores sejam válidas para acrescentar conhecimento e ajudar sua empresa a crescer. Quer compartilhar a sua experiência conosco? Deixe o seu comentário!

Grande abraço!

André Bona

Autor

André Bona

André Bona possui mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, tendo auxiliado milhares de investidores a investir melhor seus recursos e é o criador do Blog de Valor - site de educação financeira independente.

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