*Este artigo foi produzido pelo bxblue com exclusividade para o Portal André Bona.

 

Um dos principais desejos de quem tem dívidas altas é se livrar delas e sair definitivamente do vermelho. E o primeiro passo para isso é não se desesperar.

Mas, como sabemos, isso não é suficiente. Então, confira essas dicas do que não fazer quando se está nesta situação, para não aumentar o tamanho do problema.

7 dicas do que não fazer quando você está com dívidas altas

As contas saíram do controle e você não sabe mais o que fazer? Não se preocupe! Um bom ponto é ler essas recomendações, com calma para tomar uma decisão mais consciente, que poderá te ajudar a sair do endividamento. Então, aproveite para tomar nota!

1 – Esconder a dívida

Independente do motivo de não querer assumir que é devedor, acredite: esconder ou fingir que a dívida não existe é muito pior! Até porque as taxas de juros não vão esperam…

Sem contar, é claro, que quando se fala em dinheiro, ter uma, duas ou muitas dívidas altas pode levar a uma série de consequências e implicações indesejáveis. Entre elas estão: inclusão do nome do SPC ou Serasa, bloqueio ao acesso de novas linhas de crédito, dentre outras.

Lidar com o problema, portanto, fará com que você tenha também uma ideia do que será necessário para resolvê-lo. O mais importante é ter um plano e agir logo para que as contas não virem uma “bola de neve”.

2 – Fazer novas dívidas

Parece óbvio, mas quem está com dívidas altas deve ter cuidado para não fazer novas dívidas e se complicar mais ainda. Assim, evite novas compras à prazo ou compras parceladas. Dê preferência para o pagamento à vista e compras menores. 

Aproveite os produtos e serviços promocionais, economize nas saídas aos fins de semana. Não tenha dúvidas: priorize o pagamento da dívida aberta para não comprometer ainda mais seu orçamento pessoal ou familiar.

3 – Usar o cartão de crédito ou cheque especial

Se precisar de crédito, enquanto não regulariza suas pendências financeiras, evite utilizar o cartão de crédito ou cheque especial. Essas modalidades que são mais acessíveis, tem algumas das maiores taxas de juros do mercado. Ou seja, muitas vezes, você pode achar que está tirando vantagem no curto prazo, mas um dia a conta chegará. E não será barata!

Se precisar de crédito, inclusive para quitar parte da dívida, procure as modalidades de empréstimo pessoal mais baratas.

4 – Aceitar qualquer oferta de crédito

A verdade é que não faltam alternativas para quem precisa de dinheiro. Entretanto, nem todas são tão vantajosas quanto aparentam ser. Às vezes, por ansiedade em querer resolver tudo rapidamente, você cair em ciladas ou golpes comuns.

Desconfie, portanto, das promessas de dinheiro fácil e barato. No fim, essas ofertas podem trazer armadilhas escondidas como altas taxas de juros, taxas para liberação de crédito, dentre outras. Infelizmente, é muito comum que golpistas se aproveitem de momentos de desespero, para se beneficiarem. Então, muito cuidado!

5 – Pedir dinheiro emprestado aos parentes ou amigos

Ao não conseguir crédito no mercado, muitas pessoas acabam recorrendo aos parentes ou amigos. Mas, nem sempre essa escolha é a melhor de todas. Se for algo muito pontual, até pode fazer sentido como afirmam alguns especialistas financeiros. No entanto, o problema é quando essa situação se torna recorrente.

Outro problema ao emprestar dinheiro de terceiros é que, se não for pago, você pode criar algum desconforto o estremecer a relação atual. Além disso, ficar devendo para muitas pessoas pode fazer com que você perca novamente o controle das dívidas e que se tornem ainda maiores.

6 – Deixar de renegociar com o credor

Muitas vezes, vale a pena entrar em contato direto com o credor para renegociar suas dívidas mais caras. Isso porque o credor tem interesse em receber o valor devido, então pode propor também um acordo ou negociação para que você quite o débito.

Ao renegociar a dívida não se esqueça de optar por uma parcela que caiba no seu bolso. De nada adiantará assumir um novo compromisso financeiro, se você não terá condições de pagar. Se possível, escolha pagar durante um prazo maior e reserve esse valor, todos os meses.

Quando tiver dinheiro extra, considere o pagamento antecipado do saldo devedor. Dessa forma, você se verá livre da dívida mais rápido.

7 – Sair vendendo tudo desesperadamente

Nem sempre a melhor solução é sair vendendo tudo o que você tem! É preciso tomar muito cuidado para não abrir mão do que você tem, por algo que pode ter ocorrido simplesmente por um descuido ou em um momento de desequilíbrio financeiro.

Ao negociar direto com o seu credor será possível ter uma ideia do valor total da dívida. Se estiver devendo para mais de uma empresa, faça o mesmo com todas. Isso ajudará a ter uma noção do quanto terá que pagar (incluindo as taxas de juros e outros encargos).

Avalie suas condições financeiras atuais e estime em quanto tempo conseguirá pagar tudo. Simule também diferentes cenários. Com esse simples exercício, você poderá ter uma melhor visibilidade do valor devido e dos recursos que tem para quitá-los.

Seguindo essas recomendações, você poderá sair aos poucos do vermelho e ter novamente todas as facilidades que só os bons pagadores têm. E lembre-se: emergências financeiras podem ocorrer com qualquer um, mas é muito importante cuidar do seu dinheiro!

 

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Autor

Danielle Vieira

Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

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