A ideia de ter que fazer uma apresentação para os colegas de trabalho, clientes e superiores ou ter que ir à frente de uma sala de aula no colégio ou faculdade e expor suas ideias pode fazer muita gente suar frio. E se esta apresentação exigir que você se expresse em outra língua? Pior ainda, certo?

Mas não tem porque ser assim.

Esse medo pode ir embora com um curso de oratória, algo de fundamental importância para qualquer profissional, já que cria uma grande diferenciação que pode impactar no seu salário e reconhecimento. Ao saber falar um segundo ou terceiro idioma, entretanto, essa valorização se potencializa: suas possibilidades profissionais aumentam ainda mais. E também pessoais.

A seguir nós vamos destacar alguns passos interessantes rumo a essa fluência e poder da oratória em outra língua, e dar alguns exemplos de potenciais caminhos de vida que você pode trilhar com essas ferramentas.

Aprender na infância é melhor, mas não é obrigatório

Ter a possibilidade desde pequeno de aprender uma segunda língua é algo muito legal e que dá muito certo, já que o cérebro ainda está em formação e consegue absorver as informações como uma esponja. Só que, obviamente, isso não foi uma possibilidade para todos no Brasil por muitos anos. O custo de escolas bilíngues era altíssimo, e o valor dos cursos de idiomas não ficava muito longe.

Hoje, no entanto, existem uma série de aplicativos educativos incríveis, que permitem a você aprender inglês sentado na frente de um computador ou ainda melhor, na tela do celular ou tablet. No app da Babbel, por exemplo, é possível escolher entre 14 idiomas diferentes para se aprender. São muitos os aplicativos disponíveis para smartphones que têm como principal objetivo ajudar você a aprender outras línguas.

Em relação à idade, é melhor, sem duvidas, entender o “verbo to be” e depois se aprofundar no conhecimento do inglês quando ainda se é jovem. Mas saiba que o Brasil está cheio de casos de profissionais que só foram aprender inglês mais tarde e não se arrependem desse esforço.

O bom de aprender quando se tem mais experiência são os atalhos: você sabe o que serve e o que não serve na hora de estudar. Quais horas você rende mais, qual é seu ritmo de aprendizado e até criar relações com outras palavras e idiomas.

Então se você está nos seus 30, 40, 50 ou até mais, não fique encabulado. Sempre é hora de aprender.Quer algo melhor que isso?

O que posso fazer com esse conhecimento?

O mundo se abre para você. O inglês é a segunda língua de diversos países, um dos idiomas mais falados no mundo, e obviamente, o idioma padrão de países de economia forte, como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

Então devemos começar pelas possibilidades e oportunidades de emprego. Para quem estiver indo com uma vaga já garantida a um desses lugares, saber inglês possibilita uma adaptação muito mais fácil. Já se a viagem exigir mais coragem e estiver recheada de indefinições, o idioma abrirá portas em entrevistas de emprego ou então poderá ser muito útil caso você deseje abrir seu próprio negócio.

Se for para estudar, há inúmeras possibilidades de bolsa para graduação, pós-graduação e até mestrado e doutorado. Todo o processo de inscrição, avaliação e depois os estudos e criação de networking e amizades serão facilitados com um idioma em comum.

A criação de sua marca

O personal branding é um conceito que tem nome moderno e “elegante”, mas nada mais é do que deixar sua marca, fazer acontecer e saber explorar os louros da vitória. Algo que pais, avôs e bisavôs faziam muito antes do termo em inglês se popularizar aqui.

Saber expor essa sua marca – tão trabalhada e com tanto suor – é vital nos dias de hoje e pode ganhar enorme repercussão com as redes sociais, vide o trabalho de influenciadores.

E aqui vamos falar uma coisa óbvia, mas que merece ser dita: saber se expressar é fundamental. E poder chegar a vários mercados consumidores, por meio de outras línguas, é um diferencial incrível.

Por isso, saber falar e poder falar em vários idiomas é algo que pesa como ouro em seu currículo e abre um mundo de possibilidades. Nunca se esqueça disso.

Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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