Quando falamos de investimento, mercado financeiro e finanças, a B3 – antiga BM&FBovespa – sempre está no topo dos assuntos mais pesquisados e lidos. E, para qualquer investidor, entender o significado deste termo e conhecer mais sobre a Bolsa de Valores de São Paulo é realmente primordial.

No ano de 2017, a antiga Bovespa deu lugar à B3, que nasceu como a quinta maior bolsa de todo o mundo. A bolsa oficial do Brasil – estilizada como [B³] em 2017 – tinha um valor de mercado estimado, na época, em 13 bilhões de dólares.

O mais interessante, no entanto, é a história da Bovespa. A mesma passou por várias mudanças e fusões com outras instituições, bem como alterações em seu nome.

Quer saber mais sobre a Bolsa de Valores de São Paulo? Então continue a leitura e conheça sua história até os dias de hoje.

O que é a B3?

A B3 (antiga Bovespa) é a principal Bolsa de Valores do país, atuando não apenas em ambiente de bolsa, mas também em balcão. É ela que faz a intermediação das negociações de ações das empresas que possuem capital aberto em todo o Brasil.

A Bolsa de Valores de São Paulo é, literalmente, gigante: cerca de 70% dos negócios da América Latina acontecem na B3, que é capaz de processar mais de 10 milhões de negócios por dia. É por meio da bolsa brasileira que investidores conseguem ter acesso a diversas alternativas de investimento – especialmente as ações, commodities, fundos, entre outras.

O Índice Bovespa, ou Ibovespa, também não pode ficar de fora quando falamos da B3. Afinal, é este índice que mostra o desempenho do mercado brasileiro de ações.

É o Ibovespa que indica o comportamento das principais ações que são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Além do IBOV, a B3 conta com diversos outros índices – sendo que muitos deles servem, assim como o Ibovespa, como benchmark para muitos investimentos.

Com a B3, portanto, o Brasil garante um bom funcionamento no mercado primário e secundário de títulos e de valores mobiliários.

Bolsa de Valores de São Paulo: conheça sua história

As atividades da Bovespa começaram em agosto de 1890, mas apenas no ano de 2000 ela passou a concentrar toda a negociação de ações do Brasil, assumindo um grande papel no cenário mundial.

Em 8 de maio de 2008, ocorreu a união da Bovespa com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), cuja fundação se deu no ano de 1917. Assim, a Bovespa passou a se chamar BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros).

Já em 22 de março de 2017, a BM&FBovespa se fundiu com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (CETIP), passando a ser chamada de B3. Essa união teve a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Vale ressaltar que a B3 é uma entidade autorreguladora, mas que está sob supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Uma história de sucesso

Desde o seu nascimento até os dias atuais, a Bolsa de Valores de São Paulo – hoje B3 – é uma das principais referências do mercado de capitais brasileiro. Atualmente, a bolsa brasileira é também uma das maiores bolsas de todo o planeta.

E é graças a esta história de sucesso e à infraestrutura da bolsa de São Paulo que qualquer brasileiro pode hoje investir no mercado financeiro do país. Para saber mais sobre a B3, basta acessar o site: http://www.b3.com.br.

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Autor

Luana Neves

Jornalista e redatora. Atuou como editora de Economia no Jornal DG e Revista Quem é Quem - Economia, assinou por três anos coluna diária de Economia e já produziu conteúdo para diversos portais de notícias do Brasil.

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